Para tornar a abordagem mais dinâmica e atrativa, o grupo desenvolveu jogo interativo que estimulou a participação dos profissionais por meio de perguntas relacionadas ao movimento. A atividade permitiu que os colaboradores conhecessem melhor os princípios da campanha e refletissem sobre a importância de compreender o que realmente é significativo para cada pessoa durante o período de internação e tratamento.
Segundo Ieza Bomfim Rodrigues, auxiliar administrativa e integrante do Grupo de Trabalho de Humanização, a proposta foi utilizar metodologia lúdica para ampliar o engajamento dos participantes. “Pensamos em dinâmica para tornar a participação mais atrativa. À medida que os colaboradores jogavam, conheciam as perguntas e compreendiam melhor a proposta do movimento. A ideia foi criar atividade mais dinâmica e descontraída para promover essa conscientização”, explicou.
De acordo com Ieza, o movimento, celebrado mundialmente durante o mês de junho, convida os profissionais de saúde a enxergarem além das necessidades clínicas dos pacientes. “Muitas vezes, o paciente precisa de algo simples, mas muito importante para ele naquele momento. Pode ser ligação para um familiar, a preocupação com alguém que ficou em casa ou até mesmo o desejo de rever animal de estimação. O movimento nos incentiva a perguntar e entender o que realmente importa para aquela pessoa”.
A ação integra as atividades desenvolvidas pelo Grupo de Trabalho de Humanização com foco no fortalecimento da cultura do cuidado centrado na pessoa, estimulando a empatia, a escuta qualificada e a valorização das necessidades individuais de cada paciente durante a assistência em saúde.